UfSCar-
EPMI
Aluno:
André Francisco Diniz
A
evolução do pentagrama e da clave
Guido
D' Arezo, nomeou e organizou uma sequência melódica, que serviu de
base estrutural para a evolução da música, até os dias de hoje.
A
execução de obras musicais, cantos corais, enfim todo tipo de
música , pode ser interpretada no pentagrama, é uma forma universal
de leitura musical, onde uma mesma música, pode ser tocada
igualmente por povos e culturas completamente diferentes.
Hoje
em dia, hà a necessidade de se criar outras formas de escrita
musical, já que a capacidade de criação e invensão do ser humano
é initerrupta, eu acho; o pentagrama agora não é mais suficiente
p/ expressar todo este leque de emoções e sensações que dominam o
homem atual. Portanto ele usa formas de escritas não- convencionais
e até , por vezes pautas com 6 linhas.
As
claves são usadas para os diferentes tipos de tessituras, alturas de
vozes ou instrumentos , que sabemos é muito grande e por isso as
suas representações no pentagrama só com 5 linhas, não
comportaria tantas variedades. Surge então as claves de fá e dó,
para ajustar e classificar essas variedades todas de vozes e
instrumentos que existem hoje em dia, e são as mais usadas
normalmente.
Bibliografia:
Wikipédia, a enciclópedia livre-CLAVES E PENTAGRAMA
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