Seguidores
terça-feira, 6 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Música e corpo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS
Curso: Licenciatura em educação musical
Disciplina: Educação musical- prática e ensino-3
Professora: Melina fernandes
Tutora: Manuela Cristina de Souza
Aluno: André Francisco Diniz
AT1.2 Relato: Como percebo meu corpo no espaço durante a minha prática musical?
Quando vamos ouvir uma música, ou até mesmo tocar uma música, o nosso corpo, automaticamente, se coloca em estado de alerta e atenção.
A mente, se posiciona, e os ouvidos ficam preparados para decifrar, receber, diluir e contextualizar, todo o evento sonoro musical ou não, que lhe for atribuído.
Com isso, o corpo vibra, pulsa e se movimenta; com maior intensidade do que o normal.
Quando tocamos um instrumento, a música é sempre ouvida por nós mesmos, em nosso interior.
Antes de executarmos as notas e os acordes musicais, já sabemos de ante-mão, os sons que produziremos, suas cadências, suas dissonâncias, etc.
Mas, nem sempre isso ocorre desta forma, muitas vezes, imaginamos uma coisa, e quando tocamos, o resultado não é o esperado. Com o passar dos anos, vamos assimilando a parte, melódica e harmônica das músicas, e isto nos dá condição para que possamos executar melhor as peças, com mais desenvoltura, desinibição, tranquilidade, confiança e fidelidade; para que tudo isto transmita ao ouvinte, uma maior realidade e sentimentalidade, que foram pensadas pelo compositor.
Quando tocamos com um grupo, temos sempre que ficarmos bem atentos a todos os integrantes do grupo, pois o resultado final será comum á todos. Devemos demonstrar segurança, domínio e boa técnica com o instrumento, para que os colegas também se sintam motivados e seguros.
Já no estudo ou apresentação individual, a performance vai depender só de nós mesmos, e o corpo tende a trabalhar de acordo com os impulsos nervosos, que lhes forem apresentados; sem muita preocupação, com outros acontecimentos que possam estar ao nosso redor, nos dando assim liderança aos nossos atos, em nossas expressões.
O tempo, ambiente climático, pode interferir bastante em uma performance; se estiver muito frio, ou muito calor, o corpo reagirá a estas temperaturas também, causando desconforto, impaciência e nervosismo, que influênciarão em muito no resultado final.
Quando nos sentimos bem, tocando nossos instrumentos, independente da posição ou postura em que nos encontramos, mesmo que esta não tenha sido indicada por nossos professores, devemos sim executarrmos nossas peças, visto que isto não esteja dificultando e nem nos incomodando.
A partir do momento que a música começa a ser tocada, temos que deixar o corpo reagir naturalmente, e direcionarmos nosso pensamento para esse acontecimento musical, de forma espontânea, a fim de que tudo transcorra em uma perfeita harmonia e sintonia, entre a escuta e a reação do corpo.
Mesmo em se tratando da escuta de gravações, músicas antigas, eletrônicas ou de concertos, o que devemos sempre fazer, é filtrarmos nossas percepções e escutas, e sentirmos a verdadeira mensagem que esta canção tem para nos transmitir.
Temos que dialogar com a música, através do nosso corpo e mente, sempre!!!!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
A música ...
A Música como linguagem sonora verbal e não verbal utiliza os códigos lingüísticos do
ritmo, do som, da letra e da melodia – estruturada ou não, harmônica ou dissonante
respeitando as singularidades e diferenças de cada um.
A Música ajuda a pessoa a manter contato com a realidade e o sentido da totalidade, não
somente com aspectos abstratos do pensamento, mas em múltiplas formas que
demonstram uma transformação e entendimento de novas criações musicais, podendo
chegar à palavra e à verbalização.
Os educadores afirmam que a Música proporciona um desenvolvimento pleno do ser
humano. Ela amplia o campo de conhecimento possibilitando a intercomunicação e a
convivência na diversidade, por meio das diferentes sonoridades, mobilizando o corpo,
sentimentos, afetividade, imaginação e expressividade.
Ressaltamos ainda que em cada um de nós existe um ritmo, marcação silenciosa de
formas, ondas e ressonâncias individuais, que nos conectam com as demais coisas do
universo. Esse ritmo chamado ISO (Identidade Sonora do Indivíduo), a formação de
identidade sonora, caracteriza cada pessoa e é semelhante ao histórico da vida.
O ISO é a representação do mundo sonoro do indivíduo e também está presente nas
crianças que nascem com déficit auditivo (...).
O ritmo antecede a melodia, por essa razão a música começou com palmas, percussão,
muito antes do homem aprender a falar. Quando o ritmo, a melodia e a harmonia se
integram e interagem, alcançam o ser humano em sua totalidade. Um dos elementos que
compõe a Música é o ritmo. Ele é elemento pré musical por ser organizador e impulsor
de equilíbrio, pode servir de recurso de aproximação. O ritmo também envolve a
medida e a igualdade entre os intervalos do tempo. Assim alguns problemas de
aprendizagem, principalmente a leitura e a escrita estão ligados aos ritmos simples e
constantes.
O aluno com dificuldades de aprendizagem necessita, muitas vezes, de uma
reorganização do padrão rítmico. Esse ritmo interno, inerente, é representado pelos
batimentos cardíacos, ao ritmo respiratório e pulsação, entre outros. Nesse sentido,
destacamos os alunos que têm deficiência mental, em que a música exerce papel
importante enquanto estratégia de alfabetização, possibilitando improvisações e
composições espontâneas, permitindo aos alunos constituírem seus próprios textos e
letras musicais. Permite, ainda, que a pessoa identifique seus sentimentos, suas crenças
e valores nas letras musicais.
A música está presente em todas as pessoas e em todos os grupos sociais e é parte ativa
da cultura de todos os povos - está incorporada ao inconsciente coletivo de todas as
pessoas. (...) Acrescentamos, ainda, que o mundo não verbal possui infinitos parâmetros
se citarmos o timbre, a intensidade, a densidade e o volume, que variam conforme a
mensagem que nos chega por diferentes sistemas de percepção. Concluímos, portanto,
que proporcionar às pessoas acesso à Música e a todo esse jogo de combinações,
praticamente infinito, significa uma valiosa oportunidade de inclusão com critério e
ética .
Fonte : SANTOS, Claudia E. C. dos. A Educação Musical Especial: Aspectos Históricos, Legais e Metodológicos. 2008. Dissertação (Mestrado em Música) – Programa de Pós- Graduação em Música, Centro de Letras e Artes, Universidade Federal de Rio de Janeiro
Fonte : SANTOS, Claudia E. C. dos. A Educação Musical Especial: Aspectos Históricos, Legais e Metodológicos. 2008. Dissertação (Mestrado em Música) – Programa de Pós- Graduação em Música, Centro de Letras e Artes, Universidade Federal de Rio de Janeiro
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Pentagrama musical
UfSCar-
EPMI
Aluno:
André Francisco Diniz
A
evolução do pentagrama e da clave
Guido
D' Arezo, nomeou e organizou uma sequência melódica, que serviu de
base estrutural para a evolução da música, até os dias de hoje.
A
execução de obras musicais, cantos corais, enfim todo tipo de
música , pode ser interpretada no pentagrama, é uma forma universal
de leitura musical, onde uma mesma música, pode ser tocada
igualmente por povos e culturas completamente diferentes.
Hoje
em dia, hà a necessidade de se criar outras formas de escrita
musical, já que a capacidade de criação e invensão do ser humano
é initerrupta, eu acho; o pentagrama agora não é mais suficiente
p/ expressar todo este leque de emoções e sensações que dominam o
homem atual. Portanto ele usa formas de escritas não- convencionais
e até , por vezes pautas com 6 linhas.
As
claves são usadas para os diferentes tipos de tessituras, alturas de
vozes ou instrumentos , que sabemos é muito grande e por isso as
suas representações no pentagrama só com 5 linhas, não
comportaria tantas variedades. Surge então as claves de fá e dó,
para ajustar e classificar essas variedades todas de vozes e
instrumentos que existem hoje em dia, e são as mais usadas
normalmente.
Bibliografia:
Wikipédia, a enciclópedia livre-CLAVES E PENTAGRAMA
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

